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REAJUSTE DE COMBUSTIVEIS
terça-feira, 27 de agosto de 2013

Aumento poderia reduzir diferença entre custo do combustível comprado pela Petrobras no exterior e aquele vendido nos postos de gasolina do País

22/8/2013

15h07

Victor José, repórter do Portal Transporta Brasil

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aumento-diesel-gasolina

Com o objetivo de definir uma nova tática para o câmbio e minimizar o impacto do dólar na economia e na Petrobras, o governo decidiu que a petroleira deve receber mais um reajuste no preço do óleo diesel e da gasolina.

O assunto foi debatido nesta quarta-feira (21/8), pela presidente da estatal, Maria das Graças Foster, e a presidente Dilma Rousseff, em reunião no Palácio da Alvorada, do qual participaram também os ministros da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e do Desenvolvimento, Fernando Pimentel. Já o porta-voz da presidência da República, Thomas Traumann, negou nesta quinta-feira (22/8) que Dilma tenha tratado do assunto na ocasião.

Apesar de ainda não estarem definidos os percentuais, o acréscimo deverá ser na casa de um dígito. Com isso, o preço da gasolina deverá ser alterado até dezembro desse ano, já o diesel deve sofrer reajuste somente em 2014. Especialistas acreditam que a alta varie entre 5% e 10%, o que traria impacto de 0,27 ponto na inflação.

A Petrobras compra combustíveis no mercado externo a preços internacionais e vende para o consumidor brasileiro a um valor menor, e, por conta do aumento da moeda do Estados Unidos, o panorama ficou complicado. A estatal tem bancado a diferença entre o custo do combustível comprado lá fora e aquele vendido nos postos no Brasil.

Economistas defendem a hipótese de que seria necessário um reajuste entre 24% e 30% no preço da gasolina na refinaria para equiparar a cotação do combustível ao nível internacional. Caso isso fosse concretizado, o aumento seria de dois dígitos. Em contrapartida, um aumento nessa magnitude seria pouco provável por conta do impacto político que isso causaria.

Após o anúncio da alta, o mercado financeiro reagiu e as ações da Petrobras dispararam nesta quinta-feira (22/8). A ação preferencial da estatal (PETR4) avançava 3,6%, a R$ 17,99, enquanto o papel ordinário (PETR3) saltava 3,94%, a R$ 17,15, na manhã de hoje.

Na quarta-feira, o dólar encerrou o dia com alta de 2,39%, cotado a R$ 2,4512 na venda, o que significou a maior cotação desde 9/12/2008, quando encerrou o pregão a R$ 2,473, no auge da crise internacional.

Com informações do jornal O Estado de São Paulo

 

 

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